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Educação On-line Tecnologia

A TECNOLOGIA VEM REVOLUCIONANDO A MANEIRA COMO ESTUDANTES SE PREPARAM PARA O ENEM

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal porta de entrada em universidades públicas e muitas particulares do Brasil. A cada ano o número de inscritos no exame se supera, são milhões de estudantes em busca de uma vaga no ensino superior. 

O número de vagas nas universidades e faculdades espalhadas por todo o Brasil não é suficiente para acolher todos esses milhões de estudante, por isso o exame exige do candidato à vaga, uma preparação intensa, principalmente para cursos extremamente concorridos, como: medicina, engenharia, odontologia e etc. 

Com o passar dos anos a tecnologia tem sido essencial para essa preparação principalmente quando coloca o estudante em um ambiente igual ao do ENEM, como o GabariCEV que é uma plataforma de simulados on-line, onde o estudante  se prepara como se estivesse fazendo o exame. Os simulados são inéditos, corrigidos e comentados em vídeos por uma equipe de professores experientes  com o ENEM.

O GabariCEV garante preparação de alta performance para os estudantes.

“Todas as questões dos simulados são inéditas, classificadas por competência e habilidade, e foram elaboradas por uma competente e experiente equipe de professores especialista em suas áreas, com mais de 20 anos de experiência no ENEM. Com isso, o estudante tem uma preparação completa que simulam condições idênticas às do dia da prova”, explicou o Professor Pedro Netto, diretor de produto do Sistema CEV.

Ainda segundo o professor Pedro Netto, um grande diferencial do GabariCEV é a disponibilidade da correção das questões feitas no simulado após a aplicação da prova. Assim, o estudante pode conferir de imediato quais questões acertou ou errou e o motivo que levou a isso, pois os professores comentam cada questão de maneira detalhada. 

MÉTODO T.R.I

Os simulados GabariCEV são corrigidos com a mesma metodologia do ENEM, a Teoria de Resposta ao Item (T.R.I), analisa as questões que o candidato respondeu corretamente e dá um peso específico para cada acerto. A nota não depende somente da quantidade de acertos, mas também do grau de dificuldade das questões acertadas.

“Antes do ENEM, a maioria das provas eram feitas usando a Teoria Clássica dos Testes (TCT), onde uma questão de maior dificuldade tinha o mesmo valor de uma questão de maior dificuldade. O método T.R.I veio para corrigir esta desigualdade. Os nossos simulados contam com essa metodologia, onde todas as questões são parametrizadas usando os mesmos critérios do ENEM (Parâmetro de discriminação, Parâmetro de dificuldade e Parâmetro de acerto casual)”, Esclareceu o professor.

Desempenho geral de estudantes calculado através do método TRI.

Pedro Netto ressalta, ainda, que além da correção com T.R.I, o GabariCEV disponibiliza um relatório individual personalizado com dicas de estudo, de acordo com o padrão de resposta de cada estudante.

REDAÇÃO CORRIGIDA DE MANEIRA DESCRITIVA

Na preparação para o ENEM, o estudante também deve ter uma dedicação constante na produção e estudo de elementos para que ele possa desenvolver uma boa redação, pois dependendo da nota obtida nela, a média do candidato a uma vaga no ensino superior, pode conquistar a aprovação.

Um diferencial do GabariCEV, são os temas das redações, sempre inéditos, alinhados com a proposta do ENEM, e a correção é feita de maneira descritiva, na qual os professores que também são corretores oficiais do INEP comentam cada ponto do texto para que ele seja melhorado e o estudante desenvolva redações de excelência com o objetivo de chegar à nota máxima. 

Critérios para correção da redação iguais ao do ENEM.

“Nossos temas da redação são inéditos, sempre antenados com os do ENEM. As redações são avaliadas por professores corretores que são certificados pelo INEP, eles usam a mesma metodologia e critérios adotados pelo órgão na correção das redações do ENEM”, disse Pedro Netto.

TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

O GabariCEV possui uma plataforma completa que coloca o estudante em um ambiente de alta performance, oferecendo ao aluno relatórios de desempenho gerais e individuais do simulado. 

“Através do cálculo T.R.I, conseguimos mostrar para o estudante o desempenho dele por área e habilidade, esclarecendo assim em qual área o estudante deve melhorar. O estudante conta também com um ranking no qual ele pode ver a posição em relação aos outros estudantes. Nosso objetivo é fazer com que eles se preparem melhor e tenham uma noção de como eles estão em relação aos estudantes que vão fazer o ENEM”, explica Carlos Bezerra, gerente de T.I do Sistema CEV.

Ainda segundo Carlos, o GabariCEV disponibiliza um simulador igual ao do Sistema de Seleção Unificada (SISU), que usa a média do estudante nas provas para ele escolher o curso e universidade desejados. Assim, ele sabe qual a nota média para conseguir a vaga naquele determinado curso. 

VALORES ACESSÍVEIS 

O GabariCEV foi planejado totalmente no ambiente gamificado, que oferece a estudantes de todo o Brasil 4 pacotes com simulados e alguns com a correção de redação. Os pacotes foram pensados para atender o momento de estudo de cada estudante. 

“Os pacotes GabariCEV foram construídos de uma maneira que abrangesse todos os perfis de estudantes, tanto no número de simulados que compõem cada um, quanto no valor deles. Disponibilizamos pacotes do individual até o mais completo com 4 simulados e 4 redações”, ressalta Eduardo Moraes, consultor de comunicação e marketing do Sistema CEV.

Os pacotes GabariCEV são:

Level 1 – R$ 19,90 – simulado único.

Super boss – R$ 24,90 – simulado individual + redação

Alpha – R$ 69,90 – com 4 simulados.

Ultimate – R$ 79,90 – com 4 simulados + 4 redações.

O processo de compra é totalmente on-line, por meio do site gabaricev.com o estudante tem a opção de pagar com o cartão de débito ou crédito.

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Educação Evento On-line

Comunicação e marketing: encontro on-line do Sistema CEV proporcionará o compartilhamento de boas práticas no segmento educacional

Imagem: divulgação

O Segmento educacional tem enfrentado grandes desafios por conta da pandemia do coronavirus, com as escolas fechadas a saída para que as relações com a comunidade escolar continuem firmes é investir em tecnologia, comunicação e marketing. Todo esse aparato é disponibilizado pelo Sistema CEV para suas escolas parceiras.

“Nossa parceria com as escolas do Sistema CEV vai muito além do material didático. Queremos que todos possam crescer e usar o máximo de seu potencial na educação de nossos jovens. A comunicação e o marketing têm um papel fundamental neste crescimento e vamos compartilhar boas práticas para contribuir com o crescimento dos profissionais que atuam com a gente em toda família Sistema CEV”, afirma Cloves Costa, diretor comercial e de marketing do Sistema CEV.

Enjagado nesse crescimento de todas as suas escolas parceiras, o Sistema CEV promoverá nos dias 12 e 13 de agosto um encontro on-line em seu canal, no YouTube, com o tema: “Compartilhando Melhores Práticas de Comunicação e Marketing para o Segmento Educacional”. No qual um time de profissionais com uma vasta experiência na área, falarão sobre temas relevantes e tirarão dúvidas sobre estratégias de como deixar a marca da instituição sempre em evidência.

Uma maneira de deixar a imagem sempre visível, é a promoção de eventos que antes eram presenciais, agora on-line junto à comunidade, isso envolve todos e fortalece as relações com o público, podendo até atrair novos clientes. Mas como fazer isso? Trabalhando com a tecnologia ao seu favor, é o que diz a coordenadora de eventos do Grupo Educacional CEV, Leticia Rodrigues, que vai falar sobre “A importância de eventos on-line para a comunicação da escola” no encontro de comunicação e marketing.

“Realizar eventos que antes eram presenciais, no universo on-line foi um momento de total reinvenção. Com isso, a gente percebeu que era uma ótima oportunidade de ficar mais perto do nosso publico e deixar a marca e os valores da empresa sempre visíveis e ainda posicionar as nossas estratégias de negócios. O uso da tecnologia foi fundamental para isso acontecer e estreitar os laços com nosso público. E a tendência é essa, que os eventos continuem sendo feitos dessa maneira até que haja uma completa segurança sanitária para sua realização de forma presencial”, esclarece.

O encontro também contará com outras palestras e fóruns para ajudar gestores, professores e colaboradores das escolas parceiras a manterem um uma comunicação clara e objetiva com seu público. Além disso, Denise Cavalini, diretora pedagógica da Escola da Inteligência falará sobre “Comunicação Socioemocional como estratégia de engajamento da Comunidade Escolar”.  Para participar do evento, os parceiros e convidados do Sistema CEV poderão se inscrever pelo link: https://bit.ly/ECM2020SistemaCEV

Confira abaixo a programação completa do encontro:

Imagem: divulgação

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A pandemia do COVID-19 mudou a educação para sempre

Uma imagem contendo no interior, janela, homem, pessoa

Descrição gerada automaticamente
Com escolas fechadas em todo o mundo, milhões de crianças tiveram que se adaptar a novos tipos de aprendizado. Imagem: REUTERS / Gonzalo Fuentes
  • O COVID-19 resultou em escolas fechadas em todo o mundo. Globalmente, mais de 1,2 bilhão de crianças estão fora da sala de aula.
  • Como resultado, a educação mudou drasticamente, com o aumento distinto do e-learning, pelo qual o ensino é realizado remotamente e em plataformas digitais.
  • Pesquisas sugerem que o aprendizado on-line demonstrou aumentar a retenção de informações e levar menos tempo, o que significa que as alterações causadas pelo coronavírus podem estar aqui para ficar.

Enquanto os países estão em pontos diferentes em suas taxas de infecção por COVID-19, atualmente existem mais de 1,2 bilhão de crianças em 186 países afetadas pelo fechamento de escolas devido à pandemia. Na Dinamarca, crianças até 11 anos estão retornando a creches e escolas após o fechamento inicial em 12 de março , mas na Coréia do Sul os alunos estão respondendo às chamadas on-line de seus professores .

Com essa mudança repentina da sala de aula em muitas partes do mundo, alguns se perguntam se a adoção do aprendizado on-line continuará a persistir pós-pandemia e como essa mudança afetaria o mercado educacional mundial.

Mesmo antes do COVID-19, já havia um alto crescimento e adoção em tecnologia educacional, com investimentos globais em edtech atingindo US $ 18,66 bilhões em 2019 e o mercado geral de educação on-line projetado para atingir US $ 350 bilhões em 2025 . Seja aplicativos de idiomas , aulas virtuais , ferramentas de videoconferência ou software de aprendizado on – line , houve um aumento significativo no uso desde o COVID-19.

Como o setor educacional está respondendo ao COVID-19?

Em resposta a uma demanda significativa, muitas plataformas de aprendizado on-line estão oferecendo acesso gratuito a seus serviços, incluindo plataformas como a BYJU’S , uma empresa de tecnologia educacional baseada em Bangalore e tutoria on-line fundada em 2011, que agora é a empresa de edtech mais valorizada do mundo . Desde o anúncio de aulas ao vivo gratuitas em seu aplicativo Think and Learn, a BYJU’s registrou um aumento de 200% no número de novos alunos usando seu produto, de acordo com Mrinal Mohit, diretor de operações da empresa.

Enquanto isso, a sala de aula Tencent tem sido usada extensivamente desde meados de fevereiro, depois que o governo chinês instruiu um quarto de bilhão de estudantes em tempo integral a retomar seus estudos por meio de plataformas online. Isso resultou no maior “movimento on-line” na história da educação, com aproximadamente 730.000 , ou 81% dos alunos do ensino fundamental e médio, freqüentando as aulas pela Escola Online Tencent K-12 em Wuhan.

Outras empresas estão reforçando as capacidades para fornecer um balcão único para professores e alunos. Por exemplo, o Lark, um conjunto de colaboração baseado em Cingapura desenvolvido inicialmente pela ByteDance como uma ferramenta interna para atender seu próprio crescimento exponencial, começou a oferecer a professores e alunos tempo ilimitado de videoconferência, recursos de tradução automática, co-edição em tempo real do trabalho do projeto e agendamento inteligente de calendário, entre outros recursos. Para fazer isso rapidamente e em tempos de crise, a Lark aumentou sua infraestrutura global de servidores e recursos de engenharia para garantir conectividade confiável.

A solução de ensino a distância da Alibaba, o DingTalk, precisou se preparar para um afluxo semelhante: “Para dar suporte ao trabalho remoto em larga escala, a plataforma utilizou o Alibaba Cloud para implantar mais de 100.000 novos servidores em nuvem em apenas duas horas no mês passado – estabelecendo um novo recorde expansão da capacidade ”, de acordo com o CEO da DingTalk, Chen Hang.

Alguns distritos escolares estão formando parcerias únicas, como aquela entre o Distrito Escolar Unificado de Los Angeles e o PBS SoCal / KCET para oferecer transmissões educacionais locais, com canais separados focados em diferentes idades e uma variedade de opções digitais. Organizações de mídia como a BBC também estão impulsionando o aprendizado virtual; O Bitesize Daily , lançado em 20 de abril, oferece 14 semanas de aprendizagem baseada em currículo para crianças em todo o Reino Unido, com celebridades como o jogador de futebol do Manchester City Sergio Aguero ensinando parte do conteúdo.

O que isso significa para o futuro da aprendizagem?

Enquanto alguns acreditam que a mudança rápida e não planejada para o aprendizado on-line – sem treinamento, largura de banda insuficiente e pouca preparação – resultará em uma má experiência do usuário, que não conduz ao crescimento sustentado, outros acreditam que um novo modelo híbrido de educação surgirá, com benefícios significativos. “Acredito que a integração da tecnologia da informação na educação será mais acelerada e que a educação on-line acabará se tornando um componente integral da educação escolar”, diz Wang Tao, vice-presidente da Tencent Cloud e vice-presidente da Tencent Education.

Já houve transições bem-sucedidas entre muitas universidades. Por exemplo, a Universidade de Zhejiang conseguiu obter mais de 5.000 cursos on-line em apenas duas semanas da transição usando o “DingTalk ZJU”. O Imperial College London começou a oferecer um curso sobre a ciência do coronavírus, que agora é a turma mais matriculada lançada em 2020 no Coursera .

Muitos já estão divulgando os benefícios: Dr. Amjad, professor da Universidade da Jordânia que usa Lark para ensinar seus alunos, diz: “Isso mudou a maneira de ensinar. Ele me permite alcançar meus alunos de maneira mais eficiente e eficaz por meio de grupos de bate-papo, videoconferências, votação e compartilhamento de documentos, especialmente durante esta pandemia. Meus alunos também acham que é mais fácil se comunicar no Lark. Vou me ater ao Lark, mesmo depois do coronavírus, acredito que o aprendizado offline tradicional e o e-learning podem andar de mãos dadas “.

Os desafios do aprendizado on-line

Existem, no entanto, desafios a serem superados. Alguns estudantes sem acesso confiável à Internet e / ou tecnologia lutam para participar do aprendizado digital; essa diferença é observada entre os países e entre faixas de renda dentro dos países. Por exemplo, enquanto 95% dos estudantes na Suíça, Noruega e Áustria têm um computador para usar em seus trabalhos escolares, apenas 34% na Indonésia, de acordo com dados da OCDE .

Nos EUA, existe uma lacuna significativa entre os de origens privilegiadas e desfavorecidas: enquanto praticamente todas as crianças de 15 anos de origem privilegiada disseram ter um computador para trabalhar, quase 25% das pessoas de origens desfavorecidas não. Embora algumas escolas e governos tenham fornecido equipamentos digitais para estudantes carentes, como em Nova Gales do Sul , na Austrália, muitos ainda estão preocupados com o fato de a pandemia ter causado o fosso digital .

O aprendizado on-line é tão eficaz?

Para aqueles que fazem têm acesso à tecnologia certa, há evidências de que a aprendizagem on-line pode ser mais eficaz em um número de maneiras. Algumas pesquisas mostram que, em média, os alunos retêm 25 a 60% mais material quando aprendem on-line, em comparação com apenas 8 a 10% na sala de aula. Isso ocorre principalmente porque os alunos podem aprender mais rápido online; O e-learning requer 40-60% menos tempo para aprender do que em uma sala de aula tradicional, porque os alunos podem aprender no seu próprio ritmo, voltando e relendo, pulando ou acelerando os conceitos que escolherem.

No entanto, a eficácia do aprendizado on-line varia entre as faixas etárias. O consenso geral sobre as crianças, especialmente as mais jovens, é que é necessário um ambiente estruturado , porque as crianças são mais facilmente distraídas. Para obter todos os benefícios do aprendizado on-line, é necessário um esforço conjunto para fornecer essa estrutura e ir além da replicação de uma aula / aula física por meio de recursos de vídeo. Em vez disso, use uma variedade de ferramentas de colaboração e métodos de envolvimento que promovem “inclusão, personalização e inteligência”, de acordo com Dowson Tong, vice-presidente executivo sênior da Tencent e presidente do seu Cloud and Smart Industries Group.

Como os estudos demonstraram que as crianças usam extensivamente seus sentidos para aprender, tornar a aprendizagem divertida e eficaz por meio do uso da tecnologia é crucial, de acordo com Mrinal Mohit da BYJU. “Durante um período, observamos que a integração inteligente dos jogos demonstrou maior envolvimento e maior motivação para a aprendizagem, especialmente entre os alunos mais jovens, fazendo com que eles realmente se apaixonem pela aprendizagem”, diz ele.

Um imperativo educacional em mudança

É claro que essa pandemia interrompeu totalmente um sistema educacional que muitos afirmam já estar perdendo sua relevância . Em seu livro, 21 Lições para o século XXI , o estudioso Yuval Noah Harari descreve como as escolas continuam a se concentrar nas habilidades acadêmicas tradicionais e na aprendizagem mecânica , em vez de habilidades como pensamento crítico e adaptabilidade, que serão mais importantes para o sucesso no futuro. . A mudança para o aprendizado on-line poderia ser o catalisador para criar um método novo e mais eficaz de educar os alunos? Enquanto alguns temem que a natureza apressada da transição on – line possa ter prejudicado esse objetivo, outros planejam tornar o e-learning parte de seu ‘novo normal’ depois de experimentar os benefícios em primeira mão.

A importância da disseminação do conhecimento é destacada por meio do COVID-19

Os principais eventos mundiais costumam ser um ponto de inflexão para a inovação rápida – um exemplo claro é o aumento do comércio eletrônico pós-SARS . Embora ainda não tenhamos verificado se isso se aplicará ao e-learning pós-COVID-19, é um dos poucos setores em que o investimento não secou . O que ficou claro com essa pandemia é a importância da disseminação do conhecimento entre fronteiras, empresas e todas as partes da sociedade. Se a tecnologia de aprendizado on-line pode desempenhar um papel aqui, cabe a todos nós explorar todo o seu potencial.

Fonte: World Economic Forum

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Trabalhadores do segmento educacional se reinventam para levar conteúdo de qualidade a estudantes

Inesperadamente, aquela rotina de ir todos os dias para o trabalho conversar, abraçar, cumprimentar com um aperto de mão, mudou. Muitos trabalhadores e empresas migraram para o home office. O mundo digital agora é o ambiente de trabalho da maioria das pessoas.

Gerente de T.I do Sistema CEV, Carlos Bezerra, trabalhando em home office.

Para quem trabalha no segmento educacional, não foi diferente. Nos últimos meses por conta do período de isolamento social, o conceito tradicional de escola mudou, as aulas que antes tinham aquela proximidade entre alunos e professores, foram suspensas. Mas a missão de educar não para. Professores, diretores, coordenadores, como muitos outros profissionais tiveram que migrar para o mundo virtual.

Professora ministrando aulas para alunos do ensino fundamental.

As aulas agora são a distância, uma mudança radical na vida desses profissionais que gostam de ficar junto dos seus alunos. Os professores agora se dividem entre a rotina doméstica, os cuidados com seus filhos, e a gravação ou transmissão de aulas ao vivo para que os estudantes continuem imersos no conteúdo. Os coordenadores ajudam na edição de vídeos, e os diretores dão todo o suporte aos pais ou responsáveis.

Professora ministrando aula de casa para estudantes da educação infantil.Professora ministrando aula de casa para estudantes da educação infantil.

As aulas continuam, por isso, como todos os outros trabalhadores, os da educação estão se reinventando e se adaptando. Quando tudo isso passar, as aulas poderão ser como antes deste período de isolamento. Abraços, beijos e apertos de mãos serão bem-vindos novamente.

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Educação On-line Tecnologia

O aprendizado da língua inglesa tem se tornado fundamental em um mundo cada dia mais conectado

O mundo está cada vez mais globalizado, e a relação entre as diversas nações estão mais estreitas. E adaptar-se a esse mundo mais integrado, falar outra língua, além da sua materna, deixou de ser algo extraordinário para ser algo essencial.

O inglês é, atualmente, uma das línguas mais faladas no mundo. Seja nos negócios, em eventos, como as olimpíadas, em instituições globais ou empresas multinacionais, o inglês é a língua oficial.

Estudar inglês desde cedo, faz com que a pessoa tenha uma melhor performance no aprendizado da língua e a utilize para diversos fins. E sempre pensando no desenvolvimento pessoal de cada estudante, o Sistema CEV fechou uma parceria com uma das maiores escolas de inglês do Brasil, a Wise Up Online.

Parceria Sistema CEV e Wise UP

“O Sistema CEV está sempre fechando parcerias que agregam valor para os estudantes das suas escolas parceiras, e viu na Wise Up Online uma grande oportunidade do aluno ter acesso a um conteúdo mais específico de inglês, no qual ele pode vivenciar de maneira mais imersa situações que o uso do inglês é indispensável”, explicou Cloves Costa, diretor comercial e marketing do Sistema CEV.

A Wise Up Online é uma plataforma totalmente digital, onde o estudante é quem determina o horário e o dia que vai estudar. “Com a Wise up Online, o estudante aprende inglês de forma prática como, técnicas de negociação, empreendedorismo, liderança e evoluir na carreira profissional e também na vida pessoal, conhecendo situações reais que os nativos vivenciam no seu dia a dia. Com a plataforma o aluno pode estudar quando e onde quiser”, disse Harom Alves, executivo da Wise Up.

Com o curso do Wise Up Online, o estudante aprende observando o inglês aplicado na prática nas situações mais comuns pelas quais ele irá precisar utilizar a língua de acordo com o tema do seu interesse.

“A gente traz uma metodologia muito conhecida, a ESP (English for Specific Purposes) ou Inglês para Fins Específicos, em português. Então, você vai aprender inglês direcionado para aquilo que lhe interessa, se é algo voltado para sua vida pessoal ou profissional”, ressaltou o executivo.

Aos estudantes das escolas parceiras do Sistema CEV que se interessam em dar um upgrade no aprendizado e se tornar fluente em inglês dispondo de um ótimo desconto, basta entrar em contato com a Wise Up Online através do whatsapp (61) 9 8210 – 4113. Assim, você vai aprender inglês de uma maneira mais prática e objetiva.

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Educação On-line Tecnologia

1ª edição de livro digital revela grandes talentos das escolas parceiras do Sistema CEV

 

 

“Lendo, Escrevendo e Criando” é o nome de um projeto encantador desenvolvido pelo Sistema CEV com suas escolas parceiras. São recontos de histórias clássicas da literatura infantil e textos, frutos da criatividade e da imaginação dos pequenos, que inclui ainda desenhos feitos por eles mesmos para ilustrar as histórias.

Capa do livro conta com a turminha Sistema CEV, presente nos livros didáticos das crianças.

O lançamento da 1ª edição do livro aconteceu na última segunda-feira (12). Data na qual é comemorado o dia da criança e o dia nacional da leitura, uma ocasião que tem tudo haver com a proposta do livro de incentivo à leitura, à escrita e à criatividade, além de ajudar as crianças a aumentarem o seu vocabulário. 

“Este projeto estimula nossos estudantes a terem mais gosto pela leitura e escrita e a interpretar melhor os textos, desenvolvendo também sua criatividade”, explicou Viviane Vieira, diretora pedagógica do Sistema CEV.

O livro traz textos como este que fala sobre a preservação do lobo guará.

Ainda segundo a diretora, o projeto revela grandes talentos que as escolas parceiras do Sistema CEV têm, além de expor os benefícios da leitura e da escrita no desenvolvimento da criança.

“A intenção do livro é transformar as nossas crianças da educação infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais em pequenos autores e avaliar a desenvoltura oral, escrita e de senso crítico dos estudantes ao recontarem e criarem histórias”, ressaltou.

O Instituto de Ensino Dom Quixote, escola parceira Sistema CEV, já desenvolve em sala de aula, desde o maternal, práticas de leitura e produção textual, e segundo a coordenadora da instituição, Simone Lima, o projeto para publicar essas histórias veio para agregar ainda mais no incentivo a essas atividades. 

“O Projeto do Sistema CEV veio acrescentar ao conteúdo proposto na nossa metodologia de ensino. Um projeto assim, faz com que a criança se sinta à vontade para produzir e exercitar a criatividade de forma, pedagogicamente, correta. Nossos pequenos aprendizes agradecem”, afirmou a coordenadora.

Temas sociais foram abordados pelos estudantes.

O material foi elaborado para revelar os grandes talentos que existem nas escolas parceiras do Sistema CEV. Artes que se encaixam no contexto das historinhas foram atribuídas à elas para despertar, ainda mais, o interesse do público pela leitura do material.

“O projeto foi pensado para enaltecer a dedicação e o esforço das crianças na produção dos textos. Elaboramos um livro com design lúdico e com desenhos personalizados que remetem ao tema central de cada história. Isso deixa o livro mais envolvente e prazeroso de se ler tanto por elas [as crianças] quanto por toda a comunidade escolar”, revelou Eduardo Moraes, Consultor de Comunicação e Marketing do Sistema CEV e coordenador do projeto. 

Segundo Simone Lima, a comunidade escolar tem dado um retorno positivo sobre o livro. São mensagens de agradecimento e de elogio ao trabalho pedagógico da escola para chegar ao resultado final. Além disso, eles fizeram questão de postar os agradecimentos com fotos das historinhas em suas redes sociais.

“A comunidade escolar tem visto o projeto como excelente e o retorno está sendo ótimo. Os pais e responsáveis enviaram mensagens de  agradecimento à gestão e aos professores pelo projeto e, como não poderia deixar de ser, fizeram o uso de suas redes sociais e divulgaram o livro para seus amigos e familiares”, enfatizou. 

Em nome dos gestores escolares, Simone Lima agradeceu a parceria e o apoio do Sistema CEV por desenvolver projetos como este, que ajudam a promover práticas pedagógicas que muitas vezes são restritas às salas de aula, e agora estão sendo expostas para todos conhecerem. 

“Nós, gestores escolares, agradecemos ao Sistema CEV pela oportunidade de termos participado do projeto e aguardamos outras edições que certamente irão acontecer. 

Desenvolver o conhecimento através do hábito da leitura é sempre o melhor caminho para que nossos pequenos autores tornem-se cidadãos de bem”, concluiu Simone. 

Você pode baixar o livro e navegar por esse mundo de histórias dos pequenos estudantes através do link: http://bit.ly/LendoEscrevendoCriando1

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Educação Encontro Visita

SISTEMA CEV PROMOVE ENCONTRO ENTRE ESCOLA PARCEIRA E EQUIPE PEDAGÓGICA PARA TROCAS DE EXPERIÊNCIAS

Parceria; essa é a palavra que define a relação do Sistema CEV com suas escolas, estar sempre juntos compartilhando e trocando experiências. Na última semana, foi assim, representantes do Instituto Educacional Maciel de Caxias – MA,  participaram de um encontro com a equipe pedagógica do Sistema CEV. A visita aconteceu já obedecendo o novo protocolo de visitas do Sistema CEV.

Na ocasião, a equipe deu um feedback sobre o material e a abordagem pedagógica do Sistema CEV. Professores e coordenadores da escola conheceram o processo  de produção dos livros, organização e definições.

Professor Neto Ceará  faz recepção à equipe do Instituto Educacional Maciel.

Byanca Borges, coordenadora pedagógica do Instituto Educacional Maciel, avalia o material e a metodologia Sistema CEV como de excelente qualidade e de conteúdo vasto e robusto.

“O material é maravilhoso, tem um conteúdo gigantesco. Já passei por vários sistemas de ensino durante meus mais de 12 de experiência em sala de aula, e o material do Sistema CEV, sem dúvidas, é um dos melhores que eu já conheci. E o melhor que já tivemos na escola até hoje. Por isso, resolvemos implantar agora o Sistema CEV também no ensino fundamental anos iniciais”, avaliou.

Ainda, segundo Byanca Borges, neste momento de aulas remotas por causa da pandemia, A Plataforma CEV está sendo fundamental, pois além dos estudantes absorverem o conteúdo dos professores da escola, eles têm um reforço a mais com as aulas na plataforma.

“Na Plataforma CEV, os alunos assistem aulas, fazem avaliações, provas e atividades. Essa ferramenta foi extremamente necessária para que nossos alunos continuassem com seu ritmo de estudos mesmo on-line. Portanto, o conjunto entre material, plataforma e metodologia está sendo de suma importância, pois está servindo como método para administrarmos as avaliações”, ressaltou. 

Encontro entre professores de linguagens.

Receber as escolas parceiras para ter esse feedback e avaliação sobre o material do Sistema CEV enriquece cada vez mais o trabalho da empresa, de levar educação de qualidade a milhares de estudantes, e melhorar ainda mais o material.  

“Esse momento é muito bom, pois a gente consegue trocar experiências pedagógicas e ter o feedback dos professores e coordenadores da escola, isso nos ajuda a melhorar ainda mais nosso material. A interação com eles permite com que a gente troque ideias e principalmente converse sobre o material definindo qual a melhor forma de abordagem”, afirmou Alex Romero, diretor pedagógico do Sistema CEV.

Reunião da equipe de ciências biológicas.

Os representantes do Instituto Educacional Maciel participaram ainda de uma visita por todas as instalações do CEV Colégio, unidade Kennedy. Eles  foram acompanhados pelo diretor pedagógico do Grupo Educacional CEV, professor Neto Ceará.

“Essa visita vai  refletir dentro da escola parceira, pois durante o encontro eles pegam dicas, modelos, eles observam tanto a estrutura física, como o nosso planejamento, e isso enriquece muito a escola. Assim, eles podem adaptar aquilo que viram aqui para aplicar na escola deles, obviamente tudo dentro da sua realidade”, conclui o diretor.

Visita às instalações do CEVLAB.

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Educação Tecnologia

Transformação digital tem a ver com talento, não com tecnologia

Erik Dreyer / Getty Images

Como o The Economist observou recentemente, uma das consequências mais óbvias da atual pandemia do Covid-19 será “a infusão de serviços habilitados para dados em cada vez mais aspectos da vida”. Esperamos que a transformação digital seja um imperativo ainda maior para as organizações no futuro a curto prazo.

Ao contrário da popular, a transformação digital é menos sobre tecnologia e mais pessoas. Você pode comprar praticamente qualquer tecnologia, mas sua capacidade de se adaptar a um futuro ainda mais digital depende do desenvolvimento da próxima geração de habilidades, do fechamento da lacuna entre oferta e demanda de talentos e da proteção do potencial do seu e dos outros.

Acontece que a maioria de nós acaba em empregos e carreiras por motivos inesperados e permanece neles por um longo tempo, raramente parando para repensar o nosso potencial: estou no emprego certo? Minha carreira é a mais adequada para interesses e habilidades? Gostaria de aproveitar minha vida mais se tivesse escolhido outra coisa? Além disso, embora todo trabalho exija aprendizado, estamos preparados para familiaridade, rotina e simplicidade, e é por isso que a maioria de nós acaba aprendendo menos no trabalho, quanto mais tempo realmente gastamos no trabalho. Isso é bom no curto prazo, porque podemos fazer nosso trabalho no piloto automático, liberando recursos mentais; no entanto, é contraproducente a longo prazo, porque o que ganhamos em experiência, perdemos em novas oportunidades de aprendizado. Uma perda ainda maior é que podemos passar por toda a nossa vida profissional sem descobrir, e muito menos desbloquear, nosso verdadeiro potencial. Como Winston Churchill disse uma vez, nunca devemos desperdiçar uma boa crise. Talvez esse seja o maior presente da pandemia atual, que nos oferece a oportunidade de repensar nosso potencial e garantir que estamos nos posicionando para o futuro. Certamente, é muito cedo para a maioria das pessoas perceber isso, mas, a longo prazo, um número significativo de pessoas provavelmente terminará em melhores carreiras e lembrará de suas carreiras passadas menos significativas e menos envolventes, como alguém que parece sem lamentar o fim de um relacionamento pessoal menos gratificante, mesmo que não fosse a escolha deles de sair.

Com isso em mente, queríamos fornecer algumas sugestões: algumas baseadas na ciência e outras baseadas em nossas próprias experiências de liderança, treinamento e orientação de líderes atuais e futuros em uma ampla gama de indústrias, ajudando-os a se prepararem para futuro mais digital. Nossa principal suposição aqui é direta: embora o futuro seja mais ambivalente e incerto do que nunca, estamos confiantes de que uma aposta bastante forte no futuro é focar na qualificação e aprimoramento das pessoas, para que elas estejam melhor equipadas para se adaptar às mudanças. Assim como nossos esforços anteriores nos permitiram nos adaptar ao nosso mundo atual mais digital e virtual (e um fato não trivial é que estamos escrevendo isso e você provavelmente está lendo isso em isolamento físico), existem poucas razões para sugerir que essa tendência desaparecerá ou será revertida em breve. Se alguma coisa, uma proporção ainda maior de empregos, tarefas, atividades e carreiras encontrará maneiras engenhosas e inovadoras de coexistir no mundo digital. Veja como todos podemos nos preparar para essa eventualidade:

  • Coloque as pessoas em primeiro lugar: a tecnologia sempre faz mais com menos, mas essa combinação é eficaz apenas se você associar a tecnologia às habilidades humanas certas. Assim como a interrupção tecnológica geralmente levou à automação e à eliminação de empregos desatualizados, ela também sempre criou empregos. É por isso que a inovação é comumente descrita como destruição criativa. Mas o aspecto criativo da inovação é totalmente dependente das pessoas. Se pudermos alavancar a adaptabilidade humana para capacitar e aprimorar nossa força de trabalho, podemos simultaneamente aumentar os humanos e a tecnologia. É realmente muito simples: a inovação mais brilhante é irrelevante se não tivermos habilidade suficiente para usá-la, e mesmo as mentes humanas mais impressionantes se tornarão menos úteis se não se unirem à tecnologia. A principal implicação é que, quando os líderes pensam em investir em tecnologia, devem primeiro pensar em investir nas pessoas que podem tornar essa tecnologia útil.
  • Concentre-se nas habilidades sociais: assim como a transformação digital se refere mais às pessoas do que à tecnologia, as principais habilidades tecnológicas são as habilidades sociais e não os fortes. Certamente, o mercado de recrutamento é quente para analistas de segurança cibernética, engenheiros de software e cientistas de dados. Mas, como discutimos recentemente em nosso artigo, “O ensino superior ainda prepara as pessoas para o emprego?”, há uma necessidade ainda maior de pessoas que possam ser treinadas na próxima onda de habilidades de TI. Paradoxalmente, o ensino superior está sempre se atualizando, porque onde as universidades percebem a demanda dos empregadores, elas seguem cursos e programas de aprendizagem relevantes, criando um excedente futuro de oferta de talentos nessas áreas. Em nossa opinião, a melhor maneira de tornar sua organização mais centrada em dados e digital é investir seletivamente naqueles que são mais adaptáveis, curiosos e flexíveis em primeiro lugar. Como ninguém sabe quais serão as principais habilidades futuras, a melhor ação é apostar nas pessoas com maior probabilidade de desenvolvê-las. Nossa filosofia de desenvolvimento de talentos é combinar esse foco duplo no potencial de habilidades pessoais e conhecimento em habilidades difíceis: selecionamos pessoas com alta capacidade de aprendizado (pessoas com uma mente faminta) e combinam seus interesses com as habilidades sob demanda, ao mesmo tempo em que entendem que essas habilidades difíceis podem ficar desatualizadas em breve. Portanto, a chave é que sua curiosidade permaneça intacta. A competência técnica é temporária, mas a curiosidade intelectual deve ser permanente.
  • Impulsione a mudança de cima: A ideia de mudança de baixo para cima ou de base é romântica e intuitiva, mas, na realidade, é muito mais provável que ocorra uma mudança se você a conduzir de cima para baixo. Isso não significa que você tenha que adotar uma estrutura autocrática ou hierárquica ou que precise de uma cultura de medo. De fato, é uma simples questão de liderança, seja transacional ou transformacional. No contexto das transformações digitais, a principal implicação é que você não pode esperar grandes mudanças ou atualizações para sua organização, a menos que comece selecionando e desenvolvendo seus principais líderes nesse sentido, para começar. Nunca foi tão claro que a liderança – tanto boa quanto ruim – cai em cascata para impactar todos os aspectos da organização, com até 50% da variabilidade no desempenho do grupo ou unidade sendo atribuível ao líder individual. É por isso que, quando nos perguntam sobre o fator mais importante na determinação da eficácia da transformação de uma organização, nossa resposta é sempre a mesma: o CEO ou o chefe da empresa. Certamente, a indústria, o contexto, a cultura, as pessoas, o legado e a tecnologia real são importantes, assim como os recursos. No entanto, muitas dessas coisas tendem a ser bastante semelhantes entre os concorrentes diretos, enquanto a mentalidade, os valores, a integridade e, acima de tudo, a competência dos líderes mais graduados se destaca e é o principal diferenciador. Escusado será dizer que tudo nos negócios pode ser copiado, exceto o talento; portanto, se você estiver procurando por impacto, invista nos melhores talentos, que é onde você obterá mais valor. A característica distintiva na guerra pelo talento é sempre a liderança: habilidades sob demanda, como engenharia de software, são o que falamos, mas a chave é encontrar as pessoas que podem gerenciar os engenheiros de software e fazê-las trabalhar em equipe para superar o desempenho outros engenheiros de software.
  • Verifique se você está agindo com base em informações de dados: grande parte da discussão atual sobre dados está focada em), ou tipos específicos de inteligência computacional, como aprendizado de máquina, aprendizado profundo ou processamento de linguagem natural. Esses poderosos avanços na IA são empolgantes, mas não os vemos como o principal diferencial para tornar sua organização à prova de futuro. Uma vantagem competitiva muito maior é aproveitar dados valiosos, possuindo as habilidades necessárias para traduzi-los em insights significativos e, acima de tudo, poder agir com base nesses insights. Em nossa opinião, dados sem insights são triviais e insights sem ação são inúteis. Não podemos enfatizar demais a importância desse ponto, porque muitos líderes de negócios operam sob a falsa suposição de que, se contratarem cientistas inteligentes de dados ou comprarem ferramentas sofisticadas de IA, seus problemas desaparecerão ou, de alguma forma, se tornarão mais de alta tecnologia. A grande diferença entre o Google e o resto, entre a Amazon e o resto, entre o Facebook e o resto, não é o poder cerebral de seus cientistas de dados ou a funcionalidade real de sua tecnologia (e, sim, podemos vê-los como os primeiros da classe), mas seus dados radicais culturas orientadas. Eles utilizaram ativos de dados incríveis e têm ótimos algoritmos para interpretar (e monetizar) esses dados, mas sua principal vantagem estratégica e o maior ativo é que eles vivem, respiram e agem de acordo com os dados. Os dados realmente são o oxigênio deles, e isso é algo que você não pode comprar; você o cultiva, nutre e aproveita com tempo – e acima de tudo, com liderança (voltar ao ponto 3). Eles utilizaram ativos de dados incríveis e têm ótimos algoritmos para interpretar (e monetizar) esses dados, mas sua principal vantagem estratégica e o maior ativo é que eles vivem, respiram e agem de acordo com os dados. Os dados realmente são o oxigênio deles, e isso é algo que você não pode comprar; você o cultiva, nutre e aproveita com tempo – e acima de tudo, com liderança (voltar ao ponto 3). Eles utilizaram ativos de dados incríveis e têm ótimos algoritmos para interpretar (e monetizar) esses dados, mas sua principal vantagem estratégica e o maior ativo é que eles vivem, respiram e agem de acordo com os dados. Os dados realmente são o oxigênio deles, e isso é algo que você não pode comprar; você o cultiva, nutre e aproveita com tempo – e acima de tudo, com liderança (voltar ao ponto 3).
  • Se você não pode falhar rápido, tenha sucesso lentamente: As afirmações de que a velocidade é o rei, que a ação é a chave, que a perfeição é inimiga do bem e que você deve estar disposto e ansioso para fracassar rapidamente tornaram-se clichês no pensamento gerencial. Mas, a única maneira de se adaptar a um presente em constante mudança e rapidamente interrompido é acelerar e operar em ritmo acelerado. Obviamente, sempre há uma troca entre velocidade e qualidade; portanto, se você não pode falhar rápido o suficiente, o que significa que você não possui uma cultura que tolera experimentos rápidos com a visão de que as lições aprendidas com essas experiências fracassadas farão você é mais forte e inteligente, então precisa ter certeza de que suas apostas de longo prazo estão funcionando. Em outras palavras, não há problema em ter sucesso lentamente, se você não pode falhar rapidamente. No final do dia, o fracasso é apenas uma estratégia para obter sucesso a longo prazo. Portanto, se você escolher outra estratégia, tudo bem – apenas verifique se você pode realmente chegar lá. No entanto, lembre-se de que poucas coisas geram estagnação e uma falsa sensação de segurança, como uma obsessão pelo sucesso. De fato, geralmente ouvimos líderes racionalizando suas falhas com um auto parabenizando” aprendemos com nossos erros”, mas é muito mais difícil aprender com seus sucessos.

Como as últimas semanas demonstraram, somos ágeis como uma comunidade global. Essa agilidade foi liderada por pessoas e apoiada em tecnologia. Os seres humanos são o denominador comum do conceito de prova futura, seja como um complemento à tecnologia lançada para o trabalho remoto, seja porque possuímos as habilidades e a liderança necessárias para enfrentar uma crise histórica ou porque temos as ideias necessárias para gerar sucesso lento ou falha rápida para a cura. Tudo começa com todos e cada um de nós e com quem somos responsáveis ​​pelo desenvolvimento. A chave é alimentar a curiosidade, para termos opções, mesmo fora de uma crise.

FONTE: Harvard Business Review

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Tecnologia é importante aliada no processo de ensino-aprendizagem, em meio ao isolamento social

Antes a tecnologia apenas auxiliava professores e educadores durantes as aulas, agora ela é o principal canal de comunicação entre os docentes e os estudantes.

O avanço das  Edtechs, empresas que unem educação e tecnologia para a melhorar a performance escolar, tem sido gigante em todo o mundo. De acordo com o World Economic Forum (Fórum Mundial da Economia), a projeção é de que empresas desse segmento alcancem a marca de 3,5 bilhões de dólares em faturamento até 2025. Durante a pandemia, com as aulas suspensas, por medidas de segurança sanitária, estas empresas estão sendo uma saída para escolas continuarem com as aulas remotamente, para que o processo de ensino-aprendizagem não pare, e que os estudantes não fiquem ociosos sem absorver conteúdo.

No Brasil não está sendo diferente, o crescimento das edtechs, como o Sistema CEV, foi notório durante o primeiro mês de aulas on-line transmitidas através da Plataforma CEV. O salto foi de 7 mil de usuários no primeiro dia de aula para cerca de 21 mil adeptos em um mês. Essa nova abordagem manteve a conexão entre os professores e os estudantes que até agora já assistiram mais de 60 mil horas de aulas na plataforma.

A Plataforma CEV, como grande parte das ferramentas tecnológica no segmento educacional, era um complemento para as atividades desenvolvidas pelos professores em sala de aula. Como todos foram surpreendidos pelo avanço da pandemia e ficar em casa, agora, é a melhor forma de se proteger, o Sistema CEV repensou a Plataforma como meio de transmissão e integração entre os estudantes e os professores.

“O time do Sistema CEV se supera a cada dia de trabalho, a dedicação de todos é espetacular. A capacidade de entrega e adaptação de toda equipe, nos deixa com muito entusiasmo e confiante de onde vamos chegar. Com certeza, todo o sucesso que conseguimos no primeiro mês, é fruto do trabalho de nossos professores, equipe de tecnologia, relacionamento, comunicação, diagramação, que trabalham muito para que nós continuemos disponibilizando ensino de qualidade para todos os alunos de nossas escolas parceiras de forma on-line neste momento”, disse o CEO do Sistema CEV, Rafael Lima.

Uma imagem contendo homem, pessoa, segurando, frente

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Professor explicando o processo magnético durante aula ao vivo pela Plataforma CEV.

Neste primeiro foram cadastradas cerca de 10.200 aulas na Plataforma CEV, os vídeos somam mais de 225 mil visualizações. Resultado de dedicação, capacitação e adaptação feito pelos professores que provocaram uma ótima interação na transmissão do conteúdo. Fortalecendo o elo entre escolas, estudantes e a família.

“No começo, tivemos que partir para pesquisa, tudo que poderia ser feito para melhorar a aprendizagem das crianças, que elas tivessem esse contato com as habilidades que aprendem no ano de ensino em que estão. Nossos principais acertos foram: a força de vontade de todos, a capacidade de inovação da equipe, buscando sempre aulas bem interativas para ter a atenção das crianças e dos pais. Aos poucos, foram inseridos recursos que permitiram que a criança ouvisse com mais interesse os comandos, o tempo da aula, também foi sendo ajustado, os encontros ao vivo sendo realizados, tudo isso para permitir que o vínculo escola e família esteja sendo mantido, mesmo com esse período de isolamento social”, relata a diretora da educação infantil e do ensino fundamental I do Sistema CEV, Viviane Vieira.

Professora em aula de contação de história para crianças da educação infantil.

Isso mostra que o desenvolvimento de soluções tecnológicas, são feitos de pessoas para serem utilizados por pessoas, em uma construção constante para que o melhor conteúdo chegue aos estudantes.

“O desenvolvimento de ferramentas tecnológicas passa antes de tudo pelo desenvolvimento humano. São pessoas que programam, desenvolvem, criam, disponibilizam e utilizam. São para pessoas e com pessoas que construímos de forma colaborativa, tudo que o Sistema CEV representa no segmento educacional e tecnológico”, afirma Cloves Costa diretor comercial e de marketing do Sistema CEV.

Homem no computador

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Estudante atento a aula de química na plataforma CEV. Foto: arquivo pessoal

 As aulas na Plataforma CEV continuam, até que órgãos oficiais como secretarias de saúde e o ministério da saúde juguem que haja um ambiente seguro para o retorno das atividades presenciais. Por enquanto, os estudantes contam com conteúdo de qualidade por transmissão on-line.

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Mães, professoras e gestoras escolares se reorganizam para conciliar atividades no mesmo lugar, em casa!

Mulher sentada com computador no colo

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Fabiana Barbosa, mãe e colaboradora do Sistema CEV, trabalhando em casa.

As mães que se dividem entre o trabalho e família sabem que nem sempre é fácil conciliar os dois, principalmente agora quando o isolamento social é necessário e as atividades se concentram no mesmo ambiente, e podem acabar se misturando.

É comum que as mães, principalmente gestoras escolares e professoras que tem uma presença constante ao lado de crianças achem esse momento desafiador. Pois, são várias atividades que são desempenhadas ao mesmo tempo, tanto na vida particular, que são os cuidados com os filhos, que incluem: alimentação, saúde e ajuda nas atividades escolares deles. Como no trabalho, com a rotina de gravação de aulas feitas por professoras, e no trabalho de norteamento de ações, orientação e informação para a comunidade escolar desempenhado por as gestoras escolares.

“A minha rotina alterou bastante, pois, quando eu vivia conciliando o trabalho, ser mãe e dona de casa, cada um no seu horário e lugar devido, não sobrecarregava muito, sem contar que o psicológico agora está cheio de informação nova”, relata a gestora escolar, Joecília Amorim.

Grupo de pessoas posando para foto

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Thaís e sua filha. Foto: arquivo pessoal

Esse cotidiano frenético é vivenciado também por várias professoras, como Thaís Ibiapina, que se divide entre os cuidados com a filha, que está estudando em casa, a elaboração do roteiro das aulas entre outras atividades da docência.

“Minha rotina é corrida, principalmente agora com a minha filha em tempo integral em casa. Estou sempre acompanhando as aulas on-line com ela e ensino as atividades. Depois cuido da casa, planejo as aulas que ministrarei ao vivo na Plataforma CEV, crio quizzes que serão feitos pelos estudantes através do CEV Book, e reviso os livros das disciplinas de sociologia/filosofia da editora CEV”, descreve.

Crianças sorrindo posando para foto

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Thaís e sua filha. Foto: arquivo pessoal

São exemplos de mães fortes e guerreiras que estão imergindo dentro de um novo mundo, no qual suas atividades estão limitadas ao mesmo ambiente. Sem perder a essência da dedicação ao trabalho e de esbanjar o amor por seus filhos.