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Dia Internacional da Família: mais do que um momento de celebração, um convite à inclusão

A Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional da Família em 1993. A data escolhida para representar esse marco foi o dia 15 de maio e a primeira celebração voltada para esse fim foi realizada em 1994. A importância desse assunto é evidente e você ficará sabendo de tudo sobre ele no post de hoje do Blog da Vortex Educação.

Esboçando um conceito

As famílias constituem, por assim dizer, a base da sociedade. É no cerne familiar que um indivíduo experimenta seus primeiros passos no âmbito da socialização, começa a desenvolver laços afetivos e, dentre muitas outras coisas, passa a desfrutar de todo auxílio necessário para se tornar um bom cidadão (considerando-se, claro, um cenário “ideal” ou minimamente salutar). Contudo bem sabemos que fatores como a desigualdade social têm o poder de desestabilizar essas estruturas tão importantes, deixando a milhares delas na tão indesejável situação de vulnerabilidade.

Essa foi, na verdade, a maior causa que norteou a criação do Dia Internacional da Família. Além de ser um momento de celebração e de valorização das famílias, essa data fomenta a realização de debates e a criação de ações que possam oferecer melhores perspectivas aos membros das famílias que se encontram em condições precárias – levando-se em conta os mais diversos contextos.

Como vivenciar o Dia Internacional da Família nas escolas   

A vivência dessa data no ambiente escolar é algo essencial (nem precisamos explicar os motivos, né?). Nesse sentido, dinâmicas (que podem ser on-line ou presenciais) orientadas por professores de música e/ou de educação física têm tudo para serem ações bem divertidas e que podem fazer uma grande diferença. Além disso, apresentações infantis, mensagens institucionais e uma mobilização compatível com a relevância desse dia nas redes sociais da instituição são outros pontos que podem (e devem) ser bem considerados por gestores educacionais e por parte de todos que formam – direta ou indiretamente – a equipe pedagógica da escola.

Mais em vista

Atividades que fortaleçam os papéis do senso de coletividade, da empatia, do respeito às diferenças (tendo por base as diversas configurações familiares existentes) e da igualdade constituem outras frentes que, se bem exploradas, trarão ótimos resultados em todos os níveis. Lembremos que, com a pandemia da Covid-19, a desigualdade social (que sempre existiu fortemente, diga-se de passagem) foi intensificada e vem atingindo patamares ainda mais lamentáveis. Até por isso esses trabalhos em prol de uma maior conscientização de todos – tendo essa data como “ponto de partida” – ganham uma importância maior.

É como diz um conhecido provérbio chinês: “quando as raízes são profundas, não há razão para temer o vento”. E essas raízes decerto são consolidadas na vivência familiar que, por sua vez, precisa desfrutar de um terreno verdadeiramente fértil para que possa se desenvolver de forma positiva, luminosa.

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