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Esse público desafia sua escola a ser cada vez melhor. Saiba como lidar com ele da forma mais eficiente possível e otimize os resultados da sua instituição

Os mais experientes desse grupo nasceram no ano de 1995; e os mais novos, em 2010. Eles tendem a querer fazer “mil coisas ao mesmo tempo”, detém uma postura independente e não mandam tão bem quando o assunto diz respeito ao cultivo de relações interpessoais. Estão sempre mergulhados na tecnologia e, quando colocados na posição de clientes, costumam ser clientes dos mais exigentes. Sim, a geração Z (ou pós-millenial) terá o protagonismo no post de hoje do Blog da Vortex Educação e você saberá como lidar com ela da forma mais eficiente possível no intuito de otimizar os resultados da sua instituição levando em conta as necessidades desse público tão importante.

Sugestões relevantes

Atividades que envolvam o uso de aplicativos, jogos, e-books e outras tantas ferramentas digitais, ou seja, atividades que contemplem o uso estratégico de recursos tecnológicos (multimídia) nas aulas (com destaque para a utilização de metodologias ativas de ensino) são fundamentais para que esses jovens se sintam mais motivados a se engajarem nas propostas das aulas. Além disso, os professores são desafiados o tempo todo diante desse atual cenário: tudo deve ser pensado de modo a fazer com que os estudantes sejam mobilizados com muita frequência. A aliança entre teoria e prática é essencial. E a criatividade colocada em prol de momentos dinâmicos (que, claro, incluam as participações efetivas dos alunos), idem.

Apoio em todos os níveis

Outro ponto importante: por serem predominantemente inquietos e indecisos quanto aos possíveis caminhos profissionais que deverão trilhar na vida (uma vez que a ideia de desempenhar uma única profissão ao longo de toda trajetória lhes soa um tanto retrógrada), esses jovens precisam (a exemplo de todos nós) de um suporte adequado por parte de profissionais da psicologia. Muitos deles, aliás, irão desenvolver atividades profissionais que nem sequer existem ainda oficialmente no mercado de trabalho, desempenhando funções voltadas para nichos que ainda nem se revelaram (interessante, né?).

E não é “só” isso

Uma formatação mais atraente das aulas, que priorize a dinamicidade e a inovação, é sim uma peça-chave na busca por essa melhor interação da escola como um todo com essa galera da geração Z. Mas isso tudo precisa ser aliado também a uma estruturação de conteúdos que possa vir ao encontro das necessidades mais específicas desse público, e não apenas das necessidades curriculares (considerando-se um ponto de vista mais formal).

Aulas que contemplem assuntos como empreendedorismo, felicidade e afins têm tudo para ajudarem muito os estudantes a desenvolverem métodos, princípios e valores com foco numa vida que seja provida adequadamente por metas e significados.

Em resumo, é nítido que a geração Z demanda uma atenção especial da sua instituição e que isso pode significar um esforço mais contundente da parte de todos que fazem o dia a dia da escola. Mas é igualmente evidente que todo esse esforço ajuda a otimizar os processos da sua instituição e, claro, aprimora ainda mais a qualidade do ensino.

E aí, curtiu? A relação entre sua escola e os estudantes da geração Z tem fluído de maneira harmônica e eficiente?

 

 

 

 

 

 

 

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